sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Duvidar é bom‏

O conceito de dúvida é bom, quando significa não seguir a manada. A realidade abrange mais do que nossos cinco sentidos e precisamos continuar sendo céticos e verificar o que pensamos que sabemos,  para que possamos realmente saber.

Yehuda Berg

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Pra Ouvir: AS MELHORES DO ANO !!!

* Alicia Keys - Try Sleeping With A Broken Heart
* Alphabeat - The Spell
* Amanda Blank - A Love Song
* Among the Oak & Ash - Angel Gabriel
* Basement Jaxx - Scars (Feat. Kelis, Meleka & Chipmunk)
* Bat For Lashes - Daniel
* Beyoncé - Video Phone (Extended Remix) (Feat. Lady GaGa)
* Di Ferrero, Pitty & MV Bill - Abra a Felicidade
* Ebony Bones - W.A.R.R.I.O.R.
* Friendly Fires - Kiss Of Life
* Jay-Z - Empire State Of Mind (Feat. Alicia Keys)
* JJ - From Africa to Málaga
* Joss Stone - Parallel Lines (Feat. Jeff Black & Scheila E.)
* Katy Perry - Brick By Brick (Live)
* Lady Gaga - Bad Romance
* Ledisi - Alone
* Lily Allen - The Fear
* Madonna - Celebration (Benny Benassi Edit)
* Mika - We Are Golden
* Miley Cyrus - The Climb
* N.A.S.A. - Gifted
* Natalie Imbruglia - Wild About It
* Nelly Furtado - Silencio
* Noisettes - Cheap Kicks
* Passion Pit - Eyes as Candles
* Pete Yorn & Scarlett Johansson - Relator
* Rihanna - Fire Bomb
* Shakira - Give It Up To Me (Feat. Lil' 'Wayne & Timbaland)
* The 39 Steps - Ghost Writing
* The Dirty Projectors - Stillness Is the Move
* The Gossip - Pop Goes The World
* The Raveonettes - Heart Of Stone
* V. V. Brown - Shark In The Water

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Você tomou alguma decisão hoje? E você parou pra pensar que qualquer pequena decisão sua se reflete em todos a sua volta?
Querendo ou não, todas as pessoas do mundo estão interligadas umas as outras, e dessa forma, tudo aquilo que você faz na sua vida acaba se refletindo na vida de outras pessoas, da mesma forma, a sua vida também é constantemente atingida por aquilo que os outros fazem.
Na maior parte do tempo não percebemos a influencia que temos na vida de outras pessoas, e levamos em conta somente o nosso bem estar na hora de tomar decisões, mas a verdade é que mesmo nas coisas mais banais, tudo acaba se interligando e se transformando em algo maior.
Hoje eu decidi não ir na balada com meu amigo, por isso ele decidiu também não ir mais, como ele não foi, acabou não conhecendo aquele que seria o seu novo namorado, e esse cara acabou indo na balada e como meu amigo não estava lá, ficou com outro cara de quem acabou pegando aids!!!
Dramático né? Mas ilustra bem o que eu to querendo dizer, a interligação que existe entre as pessoas e suas decisões. Então hoje, comece a prestar um pouco mais de atenção nas coisas que você decide pra sua vida, você também vai estar interferindo na vida dos outros.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

O Que Vai, Volta‏

Cada um de nós tem uma lista de pessoas com as quais sabemos que podemos contar. E para a maioria de nós, se não todos, essa lista é bem pequena, e não porque não sejamos afetuosos, amigáveis ou carinhosos.
É porque a maioria dos nossos relacionamentos existe para nos servir.
Quando você liga para um amigo para ir ao cinema ou vir a sua casa para assistir a um jogo, você não está fazendo isso por ele, mas por você. É verdade, eles podem se divertir durante o programa. Mas, geralmente, o objetivo não é esse.
Isso acontece porque em vez de buscarmos pessoas a quem dar, nós nos concentramos em buscar pessoas que possam nos dar. Assim, quando ligamos para um amigo procurando alguém para fazer um programa, nós não somos melhores do que um operador de telemarketing que nos liga na hora do jantar. Um operador de telemarketing quer alguma coisa de nós; nós queremos alguma coisa dos nossos amigos.
Nós acabamos nos limitando a passar a maior parte do nosso tempo com pessoas que nos dão, em vez de nos concentrarmos em buscar pessoas a quem podemos dar.
O problema é que às vezes achamos que precisamos de alguém, quando na verdade não precisamos de ninguém. A nossa energia – que significa a nossa confiança, inspiração, autoestima, força – tudo isso tem que vir da Força de Luz do Criador, e não de um ser humano. Não é errado querer contato humano, mas é muito mais poderoso ter contato humano sem se sentir necessitado desse contato.
Você já olhou a sua volta e sentiu que não compreendia as pessoas na sua vida, ou que elas não compreendiam você? Talvez você tenha se sentido inferior, ou até superior? Isso acontece porque não buscamos almas a quem dar. Buscamos almas que nos dão.
Esta semana, eu desafio você a pensar sobre seus relacionamentos. E não apenas a pensar de modo diferente, mas a agir de modo diferente.
Em vez de analisar o que você recebe de cada um de seus relacionamentos, pergunte a si mesmo:

- Como eu posso ser útil a essa pessoa?

- Será que eu realmente conheço os problemas dessa pessoa?

- Essa pessoa sabe o que sinto em relação a ela?

- Estou nesse relacionamento como um receptor (quem toma) ou como a Luz (quem dá)?

Se nós compartilhamos da maneira certa, sempre recebemos de volta. A natureza do universo é essa. Pode ser que não recebamos imediatamente, mas precisamos saber que o que vai, volta.
E esta semana, se nos afastarmos de ser alguém que toma e nos aproximarmos de ser alguém que realmente dá, criaremos uma mudança enorme, não apenas para nós, mas para o mundo.

Yehuda Berg

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

E o gato subiu no telhado ...

Quem me conhece um pouco ou costuma ler esse blog, deve saber que eu tenho todo um histórico de relacionamentos não terminados. Bom talvez esse não seja o termo certo pra ser usado, primeiro por que alguns deles nem chegaram a ser relacionamentos de verdade, e segundo por que na verdade todos eles terminaram, só que ninguém se lembrou de me avisar!
A questão é que pra mim, qualquer pessoa que passa pela minha vida e fica mesmo que seja por um curto espaço de tempo, teve a sua importância. É claro que nem todo cara que passa pela minha vida deixa marcas eternas e um coração sangrando, mas eu sempre acreditei que as pessoas cruzam o meu caminho são partes da minha “estrada”, e eu tento levar comigo sempre os melhores momentos que vivi com cada um, e tudo aquilo que eu aprendi com essa pessoa, ou com a convivência que tive com ela.
Mas a questão é que um velho fato sempre acaba se repetindo na minha vida, aquela velha mania de terminar tudo e não informar aos interessados (eu no caso!). Eu sei que eu já falei sobre isso aqui (será que eu sou muito repetitivo?), mas a última vez que falei já faz um tempo, e como isso continua acontecendo, to eu aqui falando de novo!!!
É claro que eu nem preciso perder o meu tempo falando sobre o quanto é uma tremenda filhadaputice sumir sem explicação e não fazer o favor nem de informar o pobre otário com quem você tava saindo, de que a fila andou ou que o gato subiu no telhado, enfim, todo mundo sabe que isso é feio pra caralho, e que se algum dia você teve algum sentimento pela pessoa, não custa nada dar um fora nela. Isso mesmo, não custa nada dar um fora nela! Por que um fora até dói na maioria das vezes, mas todo mundo supera e vamos concordar que é bem melhor do que você ficar com aquela cara de “ué”, sem saber o que aconteceu.
Mas o motivo desse texto na verdade é outro. A questão é a seguinte: Um belo dia o cara sumiu, desapareceu, não ligou mais, não atendeu, e como essa não é a primeira vez que isso acontece, você já começa a entender que o gato subiu no telhado, que a coisa desandou e acabou! Mas e o sentimento, o que é pra fazer com ele? Sim, por que tinha ao menos um coração envolvido na história, e esse coração sente, se apega, sente falta e tava gostando.
Eu acho muito difícil que alguém acorde do nada um belo dia pela manhã e decida sumir do mapa, logo, a pessoa teve os motivos dela, pensou nesses motivos, talvez tenha falado com algum amigo sobre o assunto, ponderou, colocou na balança e viu que não queria mais aquele relacionamento. ÓTIMO! Mas e eu? Eu (ou você!) nesse tempo todo fiquei levando a minha vidinha tranqüilamente, e sem saber que nada disso estava acontecendo.
Agora alguém me explica como é que eu vou explicar pro meu pobre coração e pro meu precioso cérebro que acabou? Como é que eu vou entender que uma coisa acabou quando eu não tenho nenhuma explicação pra esse fim?
Daí eu vou ficando com esses fantasmas me assombrando, sem saber o que falar pra eles, e nem com que cara olhar pra eles.
Eu li uma vez um texto que dizia que quando um relacionamento termina, temos que encarar como a morte de uma pessoa, viver o período de luto e supera-lo. Mas quando alguém morre a gente sempre quer saber do que morreu!
Gente, novamente eu falo, levar um fora dói pra caramba! Algumas vezes no coração, outras no ego, mas todo mundo sempre supera, cada um ao seu tempo, mas supera! Então não precisa ter medo de dar o fora no fulano, porque por mais melindrosa que a pessoa seja, ela não vai se matar por isso! Mas essa coisa de se fazer de morto, de mudo, de surdo, de desaparecido é um tanto quanto infantil, ou como diz um amigo meu, “isso é muito sexta série!”. Então vamos manter um pouco da nossa dignidade, e usar um pouco da nossa maturidade. Ninguém precisa amar pra sempre, gostar por mais de uma semana hoje em dia já é uma coisa super rara, mas vamos ter um pouco de respeito pelo ser humano do outro lado, e começar a tratar as pessoas da mesma forma que a gente espera ser tratado.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Cada pessoa que vai passando pela nossa vida vai deixando uma pequena marca pessoal, e eu às vezes me vejo rodeado de memórias da passagem dessas pessoas. Fico lembrando uma fala, uma piada, um beijo, um sentimento, a marca que essa pessoa deixou em mim.
As pessoas passam, e as marcas vão ficando me tornando um enorme depósito de memórias boas e ruins, alegres e tristes, algumas que eu adoro lembrar todos os dias, e outras que eu preferia esquecer.
Mas são as marcas que me fazem ser quem sou, as marcas dos caminhos pelos quais eu passei, e das pessoas que cruzaram comigo no caminho. E são essas marcas que me mostram que cada caminho valeu a pena, e que cada pessoa que passou pela minha vida, passou por algum motivo e deixou as marcas que eram necessárias para que eu pudesse seguir em frente.

fevereiro